A TRANSIÇÃO EM REFLEXÃO

As ponderações de Robert Venturi expostas em 1966 no livro "Complexidade e Contradição em Arquitetura", transformaram radicalmente as percepções perante a arquitetura moderna. Inúmeros cam...

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A NOVA ARQUITETURA

Toda análise de um objeto, quando feita isoladamente do seu contexto geral, pode produzir visões parciais ou deformadas. Esse contexto, além de incluir o universo dos eventos relacionados ao objeto, de abra...

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Realiza Arquitetura E ODP Arquitetura

É com muito orgulho que compartilhamos a notícia de que ODP Arquitetura e Design e Realiza Arquitetura serão parceiros em projetos especiais, permitindo a ambas  empresas expandir seu alcance de mercad...

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  • Realiza Arquitetura E ODP Arquitetura e Design (EUA) - uma parceria poderosa.

    É com muito orgulho que compartilhamos a notícia de que ODP Arquitetura e Design e Realiza Arquitetura serão parceiros em projetos especiais, permitindo a ambas  empresas expandir seu alcance de mercado. A ODP Arquitetura e Design é...

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A TRANSIÇÃO EM REFLEXÃO

As ponderações de Robert Venturi expostas em 1966 no livro "Complexidade e Contradição em Arquitetura", transformaram radicalmente as percepções perante a arquitetura moderna. Inúmeros caminhos começaram a ser experimentados na tentativa de superar o estágio da arquitetura acadêmica moderna e de agregar novos valores desprezados até então.

Em meados da década de sessenta a arquitetura estava reduzida a fórmulas padrão espelhadas nos cânones modernos e repetidas exaustivamente. A partir daquele momento, as propostas de novas possibilidades em arquitetura, as quais distanciavam-se do ideário modernista ortodoxo, materializaram-se com grande impacto e consistência. Esta arquitetura a qual convencionou-se denominar de pós-moderna disseminou-se globalmente e suas manifestações podem ser observadas no cotidiano das cidades brasileiras. O apogeu destas novas propostas no cenário brasileiro aconteceu nas décadas de 80 e 90, e até mesmo cidades com alto comprometimento com o pensamento arquitetônico moderno como Curitiba, enfrentaram estas mudanças.

Passados cerca de 30 anos desde as primeiras manifestações ditas pós-modernas, as quais iniciaram-se na arquitetura e proliferaram-se por todas as áreas do conhecimento, o entendimento deste fenômeno e da sua materialização cotidiana já pode ser pretendido por existir um certo distanciamento temporal e uma pequena perspectiva histórica.

Com o termo pós-moderno pretende-se, neste trabalho, designar o conjunto dos processos de modificações ocorridos na cultura da civilização moderna, responsáveis pelo fim do prevalecimento de um ponto de vista universal ou do domínio de um metarrelato sobre a civilização contemporânea. O termo pós-moderno, então, não será utilizado como um estilo arquitetônico específico, mas como a sensibilidade de um período em processo de desenvolvimento e de transformações, caracterizado pela revisão crítica da civilização industrial e de sua lógica moderna, iluminista e positivista.

Dentro deste entendimento, a arquitetura está focalizada como parte integrante desta cultura, como um campo do saber que influencia e é influenciado, reage e estimula, compondo o processo de auto-organização da história da humanidade. A arquitetura neste trabalho não será considerada, como um resultado, como a conseqüência do espírito de uma época, o que seria uma visão linear extremamente simplista, nem tão pouco como um elemento isolado, auto-suficiente e protegido pelo distanciamento de uma torre de marfim.

Este sistema retroalimetador gera, segundo Jameson, a perda da capacidade do auto-gerenciamento, apaga-se o sentido de história, e começa-se a viver em um "presente perpétuo", sem profundidade, sem definição, sem identidade segura e sem futuro.

Em seu auge, o pós-modernismo forneceu o corretivo necessário a visão exclusivista e falsamente universal do modernismo ortodoxo. Mas isto trouxe também a reboque uma série de conseqüências inaceitáveis. Críticos como Baudrillard, Guy Debord e o grupo October alertaram para o perigo de uma realidade mediada do espetáculo. Outros como Harvey e Jameson enxergaram o momento contemporâneo como a lógica de um novo capitalismo avançado. Ao mesmo tempo teóricos como Lyotard, Toffler, Lèvy e Connor enxergando a inexorabilidade dos fatos históricos apontaram para caminhos renovados e positivos para uma nova fase pós-moderna.A arquitetura pós-moderna passou de um estágio de pura contestação ao modernismo para posicionamentos estereofônicos atrelados às teorias da literatura e da ciência pós-moderna. No pequeno período de três décadas a arquitetura pós-moderna surgiu, apresentou padrões estéticos, sepultou padrões estéticos diversos que ela mesma formulou, gerou novas opções e manteve-se sempre distanciada de qualquer pretensão de formar um conceito único, capaz de abrigar um novo metarrelato contemporâneo.

A arquitetura praticada nos últimos anos apresentou muitas facetas, a linguagem do prosaico, do cotidiano, tão bem percebida por Robert Venturi em Las Vegas foi incorporada ao objeto arquitetônico nos mais variados níveis, passando pela releitura literal ou figurativa até as propostas abstratas mais radicais. Esta urgência em usufruir o imediato, em tornar a experiência concreta do momento, em ator principal do projeto, significou a resposta à falência da idéia da redenção iluminista pela ciência. As diferenças passaram a ser compreendidas e aceitas. Múltiplas posturas éticas e estéticas, padrões comportamentais, noções sobre o belo, passaram a compor modelos de arquiteturas onde a multiplicidade aflorou através da satisfação de interesses de pequenos grupos, expressão individual do autor do projeto, dos sentimentos, da ironia, do lúdico, da ambigüidade, da complexidade, da dualidade, do contraditório, da referência e da citação.

Durante estes anos de reexame da arquitetura e da cultura moderna, a influência extradisciplinar acentuou-se, principalmente no campo literário com a semiótica e o estruturalismo. Teorias da comunicação e a fenomenologia indicaram novos caminhos para trabalhar a crise de significado na arquitetura. O pós-estruturalismo lançou a visão pós-moderna para além do ato de procurar descobrir um significado que coincidisse com a intenção do autor, anterior ao estruturalismo, e com a importância destinada ao processo em detrimento da verdade do significado do trabalho, pretendido pelo estruturalismo. O pós-estruturalismo defendeu a proliferação de histórias, contadas a partir de outros pontos de vista do que aquele do autor, ou de uma suposta elite dominante. A desconstrução tornou-se uma das mais significativas manifestações pós-estruturalistas expondo e desmantelando as contradições e vulnerabilidades da estrutura do discurso. A arquitetura passou a ser lida como um texto, e a interação entre a obra e os usuários como as relações da teoria dos jogos explanada por Lyotard.

O termo pós-modernismo tornou-se desacreditado por sua popularidade. Hal Foster observou que tratado como moda o pós-modernismo tornou-se démodé. Porém, em um exame mais atento, segundo Eleanor Heartney, o real retornou em formas que denotam uma mudança da consciência representada pelo pós-modernismo. Não é mais possível pensar que a história segue um único curso, ou que o leitor não e um componente essencial de qualquer texto, ou que a noção de ego não relaciona-se com autoridade e poder.Para Heartney, apesar de todas contradições e absurdos ocasionais, esta claro que o pós-modernismo refez o mundo em aspectos que jamais poderão ser revogados.

Neste início de novo milênio a reflexão não é apenas lícita mas indispensável. Charles Jencks em "The Architecture of The Jumping Universe" argumenta que diante de inúmeras falsas novidades, Mies Van Der Rohe disse perto do final de sua vida: "One cannot have a new architecture every monday morning". O deslocamento da jovialidade criativa e romântica para o envelhecido estático  clássico é uma rota trilhada por muitos no momento em que começam a  saber o que realmente desejam e quão satisfeitos tornam-se então. Mas existe algo falso na renúncia do ardor criativo. Mies quando jovem, criou os arranha-céus em vidro, aperfeiçoou os edifícios de escritórios e produziu a Villa de Stijl, tudo em um espaço de tempo de quarenta anos. Esta flexibilidade ofuscou-se nos últimos vinte anos de sua vida, satisfeito plenamente com o perfil "I"repousando sobre a mesa de trabalho.

Uma estética diferente, do ponto de vista psicológico, faz com que enxergue-se o mundo com novas cores. É um tipo de renascer que abre territórios inexplorados, quebra as abstrações institucionalizadas, extrapola a linguagem da tribo. Como disse Le Corbusier "olhos que não enxergam" a beleza de sua época. Se o universo encontra-se em expansão permanente e da mesma forma as civilizações, talvez seja necessário e desejável a contínua modificação de linguagens ora induzindo o surgimento, ora sendo induzida pelos códigos estéticos, percepções de beleza e noções de validade ética. A busca pelo contemporâneo é a busca pelo futuro a qual não deve ser reprimida pela burocracia acadêmica lenta e pesada nem tornar-se uma histeria gratuita e incontrolável.

Os procedimentos adotados durante a composição do artefato arquitetônico, as estratégias compositivas responsáveis pela manipulação de elementos, de entidades espaciais de forma gráfica em um sistema de relações geométricas deveriam estar sempre em sintonia com o seu tempo. Em um período de transição, significa a tentativa de antecipar-se, de transgredir muitas vezes, de alinhar-se com a borda que promove as alterações culturais, aceitando os riscos inerentes ao ainda não totalmente convencionado.

O processo do projeto arquitetônico não completa-se sem as questões teóricas, filosóficas e ideológicas, as quais influenciam o destino do projeto o seu desenvolvimento prático, a interpretação e análise do programa e das condicionantes preliminares até o relacionamento com o contexto e a materialização do objeto arquitetônico.

Neste início de novo milênio a ansiedade por uma arquitetura pronta, por um novo modelo de projeto univalente deve ser reprimida. Neste início de novo milênio, a tolerância com a convivência entre éticas e estilos aparentemente dissonantes deveria alinhar-se com o rigor no aprofundamento intelectual e com a pesquisa interdisciplinar, ferramentas eficazes para o exercício profissional saudável e para a concretização de uma arquitetura tecnologicamente correta, economicamente viável, atenta ao contexto urbano no qual insere-se e crítica em relação a estética e a ética de um mundo cuja característica de transformação consolida-se como a essência de um novo momento histórico sedimentado.

A arquitetura então, seria capaz de virtualizar um tempo, uma idéia real, mantendo "prisioneiros" num momento as expectativas, numa conexão viva, entre o passado herdado, reinterpretado, o presente ativo e o futuro esperado, temido ou simplesmente imaginado. Como diz Lévy, "uma emoção posta em palavras ou em desenhos (eu acrescento, em arquitetura) pode ser mais facilmente compartilhada. O que era interno e privado torna-se externo e público. Mas isto é igualmente verdade no outro sentido: quando escutamos música, olhamos um quadro, ou lemos um poema, internalizamos ou privatizamos um item público. Sabe-se que em cada época da história os humanos tiveram o sentimento de viver uma "virada" capital. Isto relativiza toda uma impressão da mesma ordem que diga respeito ao período contemporâneo. Não consigo desfazer-me da idéia de que vivemos hoje uma mutação maior nas formas da inteligência coletiva".

Frederico Carstens

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A NOVA ARQUITETURA

Toda análise de um objeto, quando feita isoladamente do seu contexto geral, pode produzir visões parciais ou deformadas. Esse contexto, além de incluir o universo dos eventos relacionados ao objeto, de abranger uma faixa história que inclua passado, presente e futuro.
Para compreensão do momento atual da arquitetura precisamos remontar o cenário de toda uma época e sua civilização.
A vertiginosa queda da sociedade industrial leva consigo todos os princípios que as gerações dos últimos dois séculos, inclusive a nossa, tiveram como verdadeiros e inquestionáveis. A arquitetura moderna, um dos expoentes dessa civilização, desmorona, pois sua legitimação moral, estética e filosófica já não existe mais.
Vivemos hoje um período de transição, tão ou mais importante que a revolução industrial, que não se limita à arquitetura ou às artes. Uma nova civilização está surgindo, não por vontade de alguns ou por imposição de "magna carta", tão pouco pela decisão de uma esmagadora maioria. O motivo da mudança é aparentemente simples: a estrutura da sociedade moderna, criada nos moldes do industrialismo, não se conforma mais aos novos modos atuais de viver, pensar, produzir, etc.
Apesar de vivermos intensamente esse processo, estamos inconscientes do mesmo. Alguns, com suas atitudes, colaboram com a mudança; outros arraigados nos dogmas da cultura mecanicista, tornam mais dolorosa a transição.
No código de toda essa cultura que se esvai estão os princípios (1) da padronização, sincronização maximização, concentração, centralização e especialização, que pretenderam tornar o quadro social moderno estável e previsível. A padronização de costumes, cultura, necessidades, foi imprescindível (usamos jeans, trabalhamos das 8 às 18 horas, assistimos aos mesmos programas na TV, tomamos Coca-Cola); o apito da fábrica, a escola, a hora do almoço, a novela das oito, fazem a sociedade pulsar em um mesmo ritmo (a sincronização da vida). A maximização busca obstinadamente a evolução quantitativa (maior hidrelétrica, maior "hot-dog"); o que é quantidade concentramos (mercado, mão-de-obra, energia, produção); a qualidade centralizamos (decisões, poder, informação); a especialização, qua na linha de montagem fragmentou a produção, fez o mesmo com o conhecimento, imaginando que essa visão cartesiana (divisão do problema em partes) proporcionasse a compreensão do todo.
Esse código determinou a meta-linguagem que legitimou a arquitetura moderna. O estilo "internacional ", com seu " homem tipo", veio de encontro à padronização dos demais setores; no urbanismo, os efeitos da sincronização são facilmente notados nas horas de pico e nos atropelos do transporte de massa; o que foi considerado supérfluo foi abandonado, pois a maximização rezava o aproveitamento máximo dos espaços e dos materiais = "less is more"-; a concentração do mercado, energia, produção, gerou as megalópoles e nestas concentrou suas atividades (zona residencial, administrativa, comercial, etc.); o controle de todas essas funções centraliza-se em áreas específicas (cidades pólo, centro da cidade), estabelecendo um campo de influências; as atividades do homem foram centralizadas (trabalho, circulação, lazer, habitação, eduacação). É esse o código que agora está em crise.
O aparente caos dos eventos atuais (crise na família, energias alternativas, movimentos separatistas, crise de realidade, revolução "gay", movimentos ecológicos), mostra-se desconexo na sistemática cartesiana. Mas dentro de uma visão holística e histórica, nota-se que esses eventos interagem caracterizando um período de transição, onde o universo dos eventos da sociedade não encontra legitimação no discurso em extinção, e espera uma nova meta-linguagem que os interprete.
Em transições como a que passamos, ocorrem com freqüência situações ambíguas e contraditórias, pois apresentam aspectos do que está deixando de existir e do que está para surgir.
A concentração nas grandes cidades é desafiada pelo indivíduo que mora e trabalha numa região selvagem, produzindo o que antes se julgaria impossível produzir fora de um grande centro; lado a lado com as informações massificadas (TV, jornal) já nos chegam informações individualizadas (TV a cabo, grupos telemáticos); a força da dessincronização do cotidiano é revelada pela criação de serviços fora de horáriopadrão (Banco 24 horas, Disque-Pizza).
O tardo-moderno e o pós-moderno nada mais são do que a manifestação desse momento de mudança da sociedade, onde todos os valores estão em crise.
No tardo-moderno a arquitetura começa a se desmitificar. A pureza das formas simples vai aos poucos sendo substituída pela intersecção de vários sólidos e em seguida é desmascarada; os edifícios vão cada vez mais revelando sua estrutura, seus equipamentos, até o ponto em que estes tornam-se a própria arquitetura. O arquiteto não era mais o salvador do mundo e fazia arquitetura apenas pela arquitetura.
O pós-moderno, simultaneamente, surge com um discurso de protesto ("less is bore") aos dogmas do moderno. É uma reação contra um passado recente, voltando-se mais para um passado histórico que para o futuro ou presente. Busca na sociedade os subsídios para sua arquitetura - ao contrário da produção autoritária moderna, ou do isolamento tardo-moderno - tentando uma aproximação com a linguagem popular. Sua abordagem ainda é causal. No moderno o homem se adapta à cidade: a cidade é causa, o comportamento é efeito. No pós-moderno a cidade se adpta ao homem; o homem é causa, a cidade é efeito. A relação mecanicista causa/efeito continua.
Tanto tardo quanto pós-moderno, por serem divisores de águas, assumem ora odores modernistas (mesmo com negação), ora odores de uma nova sensibilidae. Desse modo, qualquer tentativa de rotulação ou classificação dessa arquiterura de transição, mais pormenorizada, torna fragmentada sua visão dificultando sua análise.
"O importante é que essas posturas arquitetônicas tomam sempre como corpo principal, a teia de verdade de nossa civilização moderna ou seja, nossos princípios básicos de tempo, espaço, ciência, evolução política, economia, etc."(2); (discute-se a estética de um edifício de escritórios; deve ser pós, tardo ou moderno, mas ainda é um edifício de escritórios).
O tardo e o pós-moderno, portanto, não apresentam uma idéia final, estando longe de caracterizar a meta-linguagem de uma nova era. A nova civilização só poderá ser visualizada se nos despojarmos de valores a que estamos condicionados. O novo código eatá em formação e suas consequências são tão imprevisíveis quanto foram as consequências provocadas pelo código industrial. Visualizarmo-las é tão difícil quanto o foi para um presursor do período industrial.
Nossa tarefa é distinguir desse emaranhado de contradições a nova meta-linguagem, os novos modos de vida, a nova arquitetura. Nosso destino é criar.

Antonio J. Gonçalves Junior, Aurélio Sant'Anna,
Frederico Carstens, Mário Costenaro e Rossano Lucio Fleight.

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Realiza Arquitetura E ODP Arquitetura e Design (EUA) - uma parceria poderosa.

É com muito orgulho que compartilhamos a notícia de que ODP Arquitetura e Design e Realiza Arquitetura serão parceiros em projetos especiais, permitindo a ambas  empresas expandir seu alcance de mercado.
A ODP Arquitetura e Design é uma empresa de arquitetura  e design de interiores que fornece um serviço completo e é ganhadora de prêmios. Tem sede em Hollywood, FL e oferece serviços desde o máster plan e projetos de arquitetura  até o design de interiores/ aquisições de móveis, utensílios e equipamentos. A ODP é atualmente a responsável pelo Ultra Luxuoso projeto  1000 Museum  Residences com 62 andares de Zaha Hadid em Miami, FL.
Realiza Arquitetura é uma empresa com 32 anos de experiência na concepção de grandes empreendimentos, e com mais de 6 milhões de m² projetados.
Juntos, ODP e Realiza Arquitetura representam mais de 40 anos de experiência combinada, com uma missão em mente: oferecer mais do que o que seus clientes jamais poderiam imaginar.


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  • INSTITUCIONAL

    Acreditamos que a função principal do profissional arquiteto é de dotar obras, economicamente viáveis e tecnologicamente bem resolvidas, com o espírito de obra de arte. Esta consciência da arquitetura e da ...

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    Paraná é o segundo mais competitivo do País. A concorrência acirrada obriga os supermercadistas a buscarem diferenciais para agradar os consumidores. A arquitetura voltada para o setor v...

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INSTITUCIONAL

Acreditamos que a função principal do profissional arquiteto é de dotar obras, economicamente viáveis e tecnologicamente bem resolvidas, com o espírito de obra de arte. Esta consciência da arquitetura e da decoração como uma obra de arte eminentemente estética, é fundamental para que nossas cidades agreguem o espírito de sua época e possam retratar em um futuro próximo a sua dimensão no tempo.
Frederico Carstens e Antonio J. Gonçalves Junior

A Realiza Arquitetura

No mercado há 28 anos, a Realiza Arquitetura é comandada pelos arquitetos Frederico Carstens e Antonio J. Gonçalves Junior. Atuando nas áreas de arquitetura e decoração, a Realiza Arquitetura é considerada umas das principais empresas do Paraná.

 Formada por um time multidisciplinar de profissionais, que encaram a arquitetura como uma forma de arte e expressão cultural, a empresa desenvolve projetos estratégicos em quatro áreas: arquitetura corporativa, imobiliária, arquitetura para viver e para projetos especiais, com destaque para projetos residenciais e de interiores.

Arquitetura Corporativa

Além de soluções estritamente técnicas como tabelas de áreas necessárias por funcionário, áreas por modalidade de serviço, classificação acústica de materiais, índices de iluminação e ventilação e ergonometria, a Realiza Arquitetura também trabalha conceitos abstratos que afetam o subconsciente das pessoas, oferecendo condições para melhorar a capacidade técnica e intelectual. Segundo Frederico Carstens, o planejamento arquitetônico dos locais de trabalho pode estimular a criatividade dos funcionários e é uma ferramenta capaz trazer os resultados que a empresa almeja. "As pessoas permanecem, no mínimo, oito horas no ambiente de trabalho. A organização espacial, desde a disposição física de cada setor, de cada funcionário, sua inter-relação até o mobiliário, instalações e revestimentos adotados vão proporcionar uma melhor ou pior performance de sua empresa", destaca o arquiteto.

Arquitetura Imobiliária

A Realiza Arquitetura tem no seu quadro de clientes as maiores construtoras do Paraná. O grande diferencial da Realiza no mercado imobiliário é a inovação aliada ao resultado. Profissionais arrojados com noções de mercado e soluções contemporâneas criam projetos inovadores, que são mais uma garantia na hora de vender o imóvel. "As mudanças no cenário econômico afetaram o mercado de construção civil. A arquitetura pode contribuir com as construtoras através da criação de projetos que tragam, além de qualidade, novidade para os consumidores. Esse diferencial, de trazer o novo, reflete nos resultados, isto é, nas vendas", explica Frederico Carstens.

Arquitetura para Viver

Onde e como comprar um terreno? Qual o estilo apropriado para minha casa? Quanto vou gastar e quanto tempo vai levar para ficar pronta? Estas são as perguntas mais freqüentes na hora de construir uma casa e cujas respostas geralmente não chegam num só momento, o que acaba transformando a casa dos sonhos num verdadeiro pesadelo. A Realiza Arquitetura desenvolveu um projeto que, além de apresentar soluções criativas e de altíssima qualidade, ainda minimiza os custos finais da obra.

O "Arquitetura para Viver" é um sistema inteligente de assessoramento para projetos de casas e interiores que inclui a escolha do terreno, projeto, orçamento, cronograma, licitação e acompanhamento até a execução da obra e a decoração. "Como a intenção é criar possibilidades para as pessoas viverem melhor, desenvolvemos soluções aliando as necessidades funcionais de cada projeto a uma arquitetura de qualidade concebida como uma forma de arte e de expressão cultural", observa Frederico Carstens.

Projetos Especiais

O pioneirismo da Realiza também pode ser observado na elaboração de projetos especiais, como a criação do primeiro edifício inteligente (atualmente ocupado pela TIM) e do primeiro condomínio de lofts de Curitiba - o Edifício Saint Tropez, que virou febre na cidade e cujo conceito também será uma novidade em Florianópolis com o Floripa Lofts Juarez Machado, que também leva a assinatura do escritório. A Realiza também possui estrutura para aprovações de projetos em outras cidades como Florianópolis e São Paulo, o que facilita a vida do empresário de Curitiba.

ISO 9001.

Na Realiza, o projeto arquitetônico é desenvolvido em paralelo com projetos complementares como hidráulico, elétrico e estrutural. Além disso, todo o procedimento de produção é sistematizado e controlado através da ISO 9001. A metodologia é exclusiva da Realiza, com check lists e verificações que garantem qualidade total em todos os projetos.

Associações e Parcerias.

A Realiza é associada a ASPEA/ASBEA - Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura - cujo critério de filiação é o primor pela qualidade dos serviços. Além de excelentes profissionais, a Realiza também possui acordos com consultorias dos melhores escritórios de São Paulo e Rio de Janeiro para a execução de projetos especiais como Medical Center, Hotéis e Shoppings Centers.


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ARQUITETURA VOLTADA PARA O SETOR VAREJISTA GANHA A ATENÇÃO DOS EMPRESÁRIOS BRASILEIROS

Paraná é o segundo mais competitivo do País. A concorrência acirrada obriga os supermercadistas a buscarem diferenciais para agradar os consumidores.

A arquitetura voltada para o setor varejista, freqüentemente utilizada na Europa e especialmente nos Estados Unidos, está ganhando cada vez mais a atenção dos empresários brasileiros. Há pouco mais de uma década, supermercados, lojas de eletrodomésticos e de confecções, magazines e megastores vêm investindo alto na melhoria do design e da estética dos estabelecimentos. De acordo com o arquiteto Frederico Carstens, da Realiza Arquitetura, os supermercadistas são os que fazem os maiores investimentos em lojas diferenciadas, com o objetivo de agradar o público, aumentar as vendas e se consolidar no mercado. "Apenas em Curitiba, este segmento movimentou no ano passado cerca de R$ ... milhões em 2002, com a abertura de 8 supermercados, dos quais 3 eram hipermercados", observa.

Para Frederico Carstens os supermercados têm que oferecer algo mais para os clientes além de variedade, qualidade e preço, caso contrário eles vão preferir comprar na concorrência. "O ambiente é fundamental, já que o consumidor é exigente e procura lugares agradáveis e aconchegantes para comprar", comenta. O arquiteto explica que todo projeto de reestruturação de uma loja de supermercado envolve um estudo prévio com análise do mercado, perfil do público e localização. "O trabalho do arquiteto também inclui a iluminação da loja, escolha das cores, distribuição das gôndolas, até a circulação e visualização dos produtos pelos clientes", esclarece.

Arquitetura valoriza produtos

A Casa Fiesta, que inaugura no dia sete de outubro sua segunda loja em Curitiba, fez uma pesquisa sobre o perfil dos moradores do Champagnat, bairro onde estará localizada. A região já possui outras opções de consumo, mas nada parecido com o modelo que será implantado por Marcelo Fontana Breda, diretor financeiro da empresa.

Segundo Breda, o grande diferencial do novo supermercado é a gama de produtos sofisticados com preços acessíveis. "Será uma grade loja de conveniência com preços de supermercado", explica. O projeto arquitetônico, que priorizou o destaque dos produtos, é assinado por Frederico Carstens e Antonio Gonçalves Junior, que comandam a Realiza Arquitetura. De acordo com Carstens, a arquitetura é capaz de maximizar o potencial das vendas através da facilitação da leitura espacial pelo usuário e pelo posicionamento adequado dos produtos e dos serviços. "Optamos pelo uso de cores claras que transmitem com mais intensidade a mensagem de serviços e atendimento a que se propõe o estabelecimento", conta.

Outro desafio na projeção da loja, conforme os arquitetos, foi o de tornar eficiente o fluxo e a funcionalidade do espaço, já que no local também estará disponível uma galeria de serviços como chaveiro, farmácia, foto, café, correio, loteria, lavanderia, floricultura e até um restaurante, que vai funcionar para café da manhã, almoço e chá da tarde. "Desenvolvemos um projeto inédito, com a inclusão de outros serviços para atender os consumidores mais exigentes, que fazem questão de aliar praticidade na hora das compras", salienta Carstens, responsável também pelo projeto da nova loja da rede, que será inaugurado no próximo ano, em Curitiba.

Um projeto de reforma de uma loja de aproximadamente três mil metros quadrados chega a custar R$ 1,5 milhão. "Mas depende muito da área e do valor total do investimento", diz Carstens. Já a construção de um hipermercado com área total de 30 mil m² e área de venda de 7.500 m² exige investimentos da ordem de R$ 25 milhões. Em média, o projeto arquitetônico custa de 2% a 3% do valor do investimento na reforma ou construção.

Paraná é o segundo mais competitivo

A expectativa da Associação Paranaense de Supermercados (Apras) para o setor supermercadista em 2003 é de crescimento na ordem de 1% em relação ao ano anterior. A recuperação nas vendas se deve ao aquecimento da demanda no varejo no último trimestre tradicionalmente melhor para o comércio, em virtude das festas de fim de ano. Além disso, o Paraná teve um bom desempenho da safra agrícola durante o ano, o que contribuiu com as vendas no setor supermercadista. "Tivemos um resultado superior aos outros Estados. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatítica), o Paraná é um dos cinco Estados que apresentaram valores positivos no volume de vendas", afirma Valmor Rovaris, superintendente da Apras.

Além de se destacar no volume de vendas, o setor supermercadista paranaense, que conta com 2370 lojas, é o segundo mais competitivo do País, perdendo apenas para São Paulo - que possui 4.800 empresas e mais de dez mil lojas. O faturamento do setor no Paraná, que emprega 46.150 funcionários diretamente e 130.000 indiretamente, chegou a R$ 6,2 bilhões no ano passado. "Somos o quinto Estado em vendas e o segundo em número de lojas por habitantes, com uma para cada 4000 habitantes", revela Valmor Rovaris.

Foco de Investimentos

Curitiba foi o grande foco de investimentos em 2002, quando foram inaugurados três novos hipermercados, o Condor Centro Cívico, o Muffato no Portão e o Angeloni na Água Verde, além de três novos supermercados do Pão de Açúcar e dois do Superpão. Segundo o relatório anual da revista Supermercado Moderno, publicação especializada do setor, dos 13 hipermercados inaugurados em 2002 no Brasil, seis estão no Paraná, o que equivale a quase 50% deste total. Em 2003 os investimentos continuam e um novo hipermercado instalou-se no bairro de Vila Isabel em Curitiba com a bandeira Wal-Mart. Para outubro, está prevista a inauguração de uma nova loja da Casa Fiesta, rede que estará inaugurando também outro empreendimento em 2004, assim como o Condor, maior empresa paranaense que abrirá o segundo hipermercado em Curitiba no próximo ano. A nova loja do Condor estará localizada no Champagnat, com 5.500 metros quadrados. Conforme Rovaris, a expectativa do crescimento populacional em Curitiba é o fator que impulsiona os empresários a investirem na capital paranaense. "Os consumidores são os maiores beneficiados com a competitividade do setor. A concorrência acirrada reduz os preços e permite uma melhora significativa no atendimento", salienta Valmor Rovaris.


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ARQUITETURA PARA VIVER

Sistema inteligente de assessoramento para projetos de casas e interiores é lançado na Mostra Casa Personnalité, que acontece de 14 de agosto a 28 de setembro no AlphaVille Graciosa. 

Onde e como comprar um terreno? Qual o estilo apropriado para minha casa? Quanto vou gastar e quanto tempo vai levar para ficar pronta? Estas são as perguntas mais freqüentes na hora de construir uma casa e cujas respostas geralmente não chegam num só momento, o que acaba transformando a casa dos sonhos num verdadeiro pesadelo. Os arquitetos Frederico Carstens e Antonio J. Gonçalves Junior, que comandam a Realiza Arquitetura, em Curitiba, desenvolveram um projeto que, além de apresentar soluções criativas e de altíssima qualidade, ainda minimiza os custos finais da obra.
A dupla de arquitetos está lançando com exclusividade durante a Mostra Casa Personnalité AlphaVille, que acontece de 14 de agosto a 28 de setembro, no AlphaVille Graciosa, o "Arquitetura para Viver" - um sistema inteligente de assessoramento para projetos de casas e interiores que inclui a escolha do terreno, passando pelo projeto, orçamento, cronograma, licitação, acompanhamento até a execução da obra e decoração de interiores. "Como a intenção é criar possibilidades para as pessoas viverem melhor, desenvolvemos soluções aliando as necessidades funcionais e ecológicas de cada projeto à uma arquitetura de qualidade que seja arte", observa Frederico Carstens. 
De acordo com o arquiteto, são inúmeros os fatores que condicionam o sucesso de um projeto e o primeiro é a escolha do terreno, onde deve ser levado em consideração o entorno, a acessibilidade, os equipamentos e as facilidades urbanas disponíveis, a valorização futura, o clima e os ventos, além da  legislação e da topografia. 
Conforme Frederico Carstens, outro fator importantíssimo no desenvolvimento de um projeto é o modo de vida daqueles que irão viver na casa. "Não existe um padrão de família, elas são diferentes em tamanho e comportamento. Para cada caso é necessário estabelecer um programa e fluxo especiais. O número de quartos, os espaços íntimos e sociais como home theater, piscina e churrasqueira, irão influenciar nos custos finais. Por isso é fundamental definir um programa. Tudo que é planejado fica melhor e acaba saindo mais barato", comenta.
Frederico Carstens salienta ainda, que cada casa deve refletir a personalidade do proprietário. "O arquiteto interpreta o sonho e o transforma em realidade. A partir daí é desenvolvido um estudo preliminar onde são apresentadas as idéias iniciais, com atenção para todos os condicionantes projetuais. Todos os dados são transformados em desenhos pelo arquiteto resultando na primeira imagem daquilo que foi sonhado", revela. Definido o projeto, as áreas, cotas e acabamentos, parte-se para a aprovação na Prefeitura.
Projetos Especiais, Orçamento e Obra
Segundo o arquiteto Antonio J. Gonçalves Junior, os projetos para dotar a casa com tecnologia de ponta e deixa-la mais cômoda, confortável e segura também devem ser definidos no início do processo e realizados por profissionais e empresas especializadas. Antes do início da execução da obra devem ser definidos os sistemas elétrico (sistemas integrados de energia e geradores) e estrutural, hidráulico (água quente, fria, reservatórios), de áudio e vídeo (home theater, tv, higt end), telefonia (telefone, interfones, internet, tv a cabo, pabx), segurança (alarmes, câmeras de segurança, sistema integrado à distância), de ar condicionado e calefação (piso radiante, aquecedores, centrais), gás e paisagismo (plantas ornamentais, caráter ambiental, privacidade e irrigação), além dos sistemas de automação residencial e aspiração. "O orçamento, que orienta o projeto desde os primeiros esboços, é ratificado neste momento, após o projeto definitivo. Então, será possível saber com detalhes quanto custará a obra. O prazo de execução e os níveis de acabamento influenciam no orçamento final", ressalta.
 
A Realiza Arquitetura
 
A Realiza Arquitetura, que está no mercado há 18 anos, é comandada pelos arquitetos Frederico Carstens e Antonio J. Gonçalves Junior. Formada por um time multidisciplinar de profissionais, que encaram a arquitetura como uma forma de arte e expressão cultural, a empresa desenvolve projetos estratégicos em quatro áreas: arquitetura corporativa, imobiliária, arquitetura para viver e para projetos especiais, com destaque para projetos residenciais e de interiores. Os 18 anos de experiência da Realiza, somados aos 4 anos de pesquisa em estética da arquitetura, podem ser ilustrados pela Certificação ISO 9001 e premiações regionais e nacionais recebidas pela empresa, além das inúmeras publicações teóricas assinadas por Frederico Carstens e Antonio J. Gonçalves Junior. O arrojo e pioneirismo da Realiza também podem ser vistos nos mais de 1 milhão de metros de projetos construídos e na criação do primeiro edifício inteligente e dos primeiros lofts de Curitiba - o Edifício Saint Tropez, que virou febre na cidade e cujo conceito também será uma novidade em Florianópolis com o Floripa Lofts Juarez Machado, que também leva a assinatura do escritório. A Realiza tem estrutura para aprovações de projetos em outras cidades como Florianópolis e São Paulo, o que facilita a vida do empresário de Curitiba.

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