• Sun Fire Assurance Office - C.R. Cockerell
  • Western Union Building - G.B. Post
  • Guaranty Building - Louis Sullivan
  • Pirelli Building - Gio Ponti e Pier Luigi Nervi
  • Larkin Building - Frank Lloyd Wright
  • Lever House - Gordon Bunshaft
  • Royal Hotel and Athenaeum - John Foulston
  • Waldorf/Astoria Hotel - Hardenbergh/Schultze & Weaver
  • Hotel Astoe - Clinton & Russel
  • Angel and Royal Hotel
  • SAS Royal Hotel - Arne Jacobsen
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WORKSPACE Fonte: site Arco Web

OFFICE BUILDINGS

Da Galeria Uffizi em Florença (1560-74), passando pelos primeiros edifícios para locação (1850), na Lombard street (Londres), o edifício de escritórios começa a apresentar a sua tipologia de salas no Guaranty Building, em Buffalo, projetado por Louis Sullivan (1894). Frank Loyd Wright no Larkin Building, também em Buffalo, apresenta a Open Plan, localizando as circulações verticais e os serviços nas extremidades da edificação (1904). Em 1950, Skidmore, Owings & Merril consolidam a proposta do Curtain Wall com a Lever House em New York. No início do século XXI, repensar o local de trabalho, agregando às facilidades funcionais qualidades estéticas e espaciais tornou-se o imperativo compositivo do projeto em questão.

HOTÉIS

A hospedagem comercial é explorada desde a época medieval. No século XVI o formato do hotel estabelece-se com os exemplos do Ritter em Heidelberg, do Deutsches Haus em Dinkelsbühl e do Riese em Miltenberg (Alemanha). O Tremont, construído em Boston (1825- 26) e o Astor House construído em New York (1832-36) posicionaram os Estados Unidos como o líder nesta tipologia de grandes hotéis. Mais tarde, apresentam uma nova especialidade: os Holiday Hotels. Esta tipologia multiplicou-se em inúmeras especialidades, dos flats aos motéis. A proposta apresentada agora revê a mono- funcionalidade do hotel. Aponta para uma transprogramação, onde o quarto transforma-se em escritório e onde os serviços de apoio não se destinam apenas ao hotel, mas a toda uma comunidade do entorno urbano imediato.

ARQUITETURA VERTICAL

O edifício desenvolvido em altura possui regras próprias. Este artefato arquitetônico surgiu no início do séc. XX e consolidou uma nova tipologia de sucesso mundial. A Escola de Chicago apresentou a proposta tripartida do embasamento, corpo e coroamento. Os edifícios de New York adotaram uma roupagem Art-déco. Em 1940 Mies Van der Rohe sintetiza o vocabulário moderno e cria a "caixa de vidro". Atualmente, estes antecedentes históricos nos servem de parâmetros, mas nunca limites, para o desenvolvimento do mais instigante elemento da arquitetura das grandes cidades do séc. XXI. Repensar a arquitetura a partir da lente da virtualização espacial representa o desafio assumido nesta obra; representa a terceira via no conflito entre o "less is more" moderno e o "less is bore" da primeira fase pós-modernista.

ARQUITETURA DE EVENTOS

A visão linear e cartesiana da arquitetura moderna estava baseada na relação de causa e efeito da frase "a forma segue a função". Para produzirmos uma nova realidade arquitetônica precisamos estar em sintonia com as ciências pós-modernas e oferecermos espaços cujas dimensões programáticas extrapolem seu uso e promovam a colisão de potencialidades permitindo a geração de eventos não previstos, os quais garantem a riqueza da vida econômica, cultural, política e social no espaço arquitetônico.

O SÍTIO E A INSERÇÃO URBANA

O eixo cívico e administrativo da cidade está estruturado pela Avenida Cândido de Abreu. Originado pelos conceitos pré-modernos do plano Agache, sedimentou-se após a interferência da escola moderna carioca e pelos edifícios da escola moderna de Curitiba.

Este status-quo foi abalado pelas manifestações historicistas da década de 90. Orientamos nossa intervenção neste eixo conscientes do caráter evolutivo e histórico deste ambiente urbano singular e compacto.

WORKSPACE

Estrutura de espaços e serviços multifuncional para o desenvolvimento de negócios e para o dia a dia de executivos. Espaços diferenciados como os offices-duplex, lobby com 15m de altura volumetria inovadora, um novo referencial na cidade. Desenvolvimento de negócios, facilitado pela estrutura de apoio como o business center, escritório virtual, área de alimentação com bar, restaurante e café, além dos próprios hotel e escritório alavancando-se mutuamente. Dia a dia de executivos: health club, área de alimentação, xerox, papelaria, revistaria e outros serviços tais como domicílio virtual, locação de móveis e equipamentos.

Carstens Gonçalves e Arquitetos Associados ®

Mais Realiza ®